
Incêndio na estação dos caminhos de ferro de Foz-Tua. O fogo consumiu um armazém e duas carruagens da via estreita, que se encontram ao abandono desde longa data. Infelizmente, o desleixo é propício a situações como esta.
Fonte: MCLT
Esta casa é uma anexo do apeadeiro da Ribeirinha. Este apeadeiro é o único que ainda é habitado em toda a linha, e, este anexo, foi um espaço importante para que o sr. Abílio pudesse criar os seus filhos. Além da casa, também a pequena horta está sempre bem cuidada, com navbiças, alhos, favas, ervilhas, batatas, alfaces, etc.
A estação de Abreiro, ao 29.º quilómetro, é talvez a mais fotografada de todas. A ponte que se entende sobre o rio numa posição elevada à estação proporciona um miradouro único, quer para apreciar a estação, quer para ver o rio, que aqui é obrigado a contorcer-se num leito estreito devido ao duro granito que constitui as suas margens. Local de passagem desde há muito, há em ambas as margens ruínas de antigas tabernas, talvez pensões, porque este deve ter sido um importante ponto de embarque de passageiros.
Este é o aspecto do Rio Tua que acompanha a Linha desde o Cachão a Mirandela. Um rio mais largo, mais calmo, cheio de ruínas de antigas azenhas. Em muitos locais havia barcas para passagem do rio, nalguns ainda existem, porque há agricultores com terrenos na margem oposta do Rio.
O apeadeiro de Brunheda, antiga estação, tem o nome da aldeia próxima, pertencente ao concelho de Carrazeda de Ansiães. É um dos pontos com melhor acesso rodoviário à Linha, o primeiro desde Foz-Tua se exceptuarmos S. Lourenço. Situa-se ao 21.º quilómetro. Esta apeadeiro tem o seu nome ligado à último acidente, ocorrido em Agosto de 2008.
A estação de Santa Luzia, ao quilómetro 13.º serve a aldeia do Amieiro. É um dos locais mais belos da linha. Além da paisagem agreste, a própria aldeia plantada a meio da encosta lembra um presépio. É uma visão inesquecível.


A Associação dos Amigos do Vale do Tua, em colaboração com a Casa Regional dos Transmontanos e Alto-Durienses do Porto, promove um debate no Porto, no próximo dia 23 de Julho de 2009 (quinta-feira), às 21h00, subordinado ao tema "O Vale do Tua - A importância do Património no Desenvolvimento Regional".
Esta fotografia do Rio Tua e da Linha do Tua foi tirada da estrada nacional, já muito próximo de Abreiro. A tonalidade reflecte os tons da manhã, num dia em que fiz uma longa caminhada na linha.
Este mosaico mostra-nos vários aspectos que podem ser vistos na Linha do Tua, em redor do apeadeiro de Castanheiro: ao centro o lugar do acidente mais marcante, onde 3 pessoas perderam a vida; em baixo, à esquerda, um reservatório de água que muitas vezes me tem matado a sede; em cima, à esquerda, uma pequena praia de areia branca onde nunca tive o privilégio de repousar.

A Linha do Tua proporciona múltiplas abordagens fotográficas. Esta fotografia foi tirada em condições bastante complicadas com o sol a iluminar os montes em frente e uma zona bastante sombria na linha. Retirei praticamente toda a cor e o efeito foi bastante bonito, na minha opinião.