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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Exposição Fotográfica - Tua 66


Exposição Fotográfica “ TUA 66” - Fotografias de Helder Morgado
Peter Café Sport Porto (http://www.facebook.com/PeterCafeSportPorto).
De 25 de Abril  a 16 de Maio de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

+ Barragens? Não!


Para quem viu o documentário "Pare, Escute, Olhe" e se sentiu revoltado, eis mais uma forma de luta: escreva aos deputados - representantes do povo no Parlamento - e mostre a sua indignação.


domingo, 18 de abril de 2010

Na Linha do Tua - Gonçalo

Há algum tempo recebi, por email, uma mensagem de Gonçalo Matos. Pretendia algumas dicas para a realização de uma caminhada na Linha do Tua. A caminhada aconteceu no final de Março e pedi-lhe autorização para publicar o que sentiu, juntamente com algumas fotografias suas do percurso.

"Cheguei hoje desta mini-viagem de 3 dias ao paraíso :-) Fiquei na Casa do Tua durante duas noites e certamente que lá voltarei. Os donos são super simpáticos, os pequenos almoços são de comer e chorar por mais e a vista do quarto para o Douro é assombrosa.
Sempre fiz a caminhada que tinha previsto, do Tua à Brunheda. Depois apanhei o táxi, de regresso ao Tua. Não há palavras para descrever a beleza do vale e o desafio de engenharia que aquela linha constitui. Não tive companhia como previa, pelo que tive que fazer a caminhada sozinho, mas, mesmo assim, foi soberba. Cerca de 7h a caminhar, a ouvir os pássaros e o rio, lá no fundo a bater nas fragas...
É um paraíso que pelos vistos vai desaparecer com a construção da barragem. Após ter passado o 1º túnel, penso que seja o Túnel das Presas, começo a ouvir umas sirenes durante um ou 2 minutos e depois umas explosões. Não vi derrocada nenhuma mas presumo que já andem a rebentar com as pedras para depois fazer a barragem. Desde esse túnel até um bom bocado mais à frente já não existem carris nem travessas, apenas cascalho. Um verdadeiro crime... :-(
Talvez venha a regressar dentro de pouco tempo para repetir a caminhada, desta vez acompanhado."

O meu agradecimento a Gonçalo Matos, por partilhar com o blogue a sua viagem na Linha do Tua.

quinta-feira, 25 de março de 2010

LINHA DO TUA

CIDADÃOS QUEREM CLASSIFICAÇÃO DA LINHA DO TUA COMO PATRIMÓNIO DE INTERESSE NACIONAL

Um conjunto de cidadãos que tem vindo a lutar pela preservação e classificação da Linha do Tua, assim como personalidades do meio cultural, artístico, académico, científico, ambientalista e político, vai entregar no IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico), o requerimento inicial com vista à abertura do processo de classificação da Linha Ferroviária do Tua como Património de Interesse Nacional, sustentado na Lei nº 107/2001de 8 de Setembro (Lei de Bases do Património Cultural).

A Linha do Tua, via métrica com mais de 120 anos, implantada nas arribas do Vale do Tua, merece, segundo os requerentes, a classificação como Património de Interesse Nacional, não só pelo papel histórico que desempenhou e pela obra-prima de engenharia portuguesa que constitui, mas também, e ainda, como exemplar único do património ferroviário e industrial do nosso país. Os requerentes consideram ainda que este património tem elevado potencial para o desenvolvimento turístico para a região.

Os subscritores deste documento convidam os senhores jornalistas para estarem presentes na entrega deste requerimento ao presidente do IGESPAR (Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa), na próxima sexta-feira, dia 26 de Março, pelas 11.00h, momento em que será divulgado o nome dos subscritores.

Lisboa, 24 de Março de 2010

domingo, 31 de janeiro de 2010

A destruição já começou...

 

  


Palavras para quê?
Fotografias de António José Lourenço, tiradas no dia 30 de Janeiro na Linha do Tua.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Jornal Nordeste - Caminhada pela Linha do Rua


Foi publicado no Jornal Nordeste, (n.º686), edição de 15 de Dezembro, um texto que escrevi a quando da caminhada pela Linha do Tua organizada pela Associação Campo Aberto. Apesar de já terem passado alguns "dias" fiquei contente, tanto mais que começam a circular notícias preocupantes.
A linha está a ser destruída e os carris arrancados, em vários pontos. Disso dá conhecimento o Jornal de Notícias, fazendo eco das palavras do MCLT.

sábado, 21 de novembro de 2009

Chuva, pela Linha


Hoje foi dia de caminhada na Linha do Tua. O troço escolhido foi Cachão-Mirandela. Apesar da chuva, houve ainda tempo para algumas fotografias.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

"Pare, Escute, Olhe" em Mirandela


No dia 14 de Novembro assisti à exibição do documentário "Pare, Escute, Olhe", sobre a Linha do Tua, no auditório municipal em Mirandela. O documentário foi exibido integrado 1º Festival Ibérico de Imagens sobre os Temas da Água, Cine H2O. Com duas exibições praticamente seguidas, a primeira, às 17 horas, teve a particularidade de contar com a presença de praticamente todos os intervenientes (actores) no filme. A maioria das pessoas é das freguesias de Vilarinho das Azenhas e da Ribeirinha, no concelho de Vila Flor.

O realizador, Jorge Pelicano, dirigiu algumas palavras aos presentes, pedindo desculpa por não ter estreado o filme em Mirandela, uma vez que o documentário já tinha sido exibido no DocLisboa e no Cine Eco, onde arrecadou nada mais, nada menos, do que 6 prémios.

Para quem viu o documentário "Ainda há pastores"  do mesmo realizador, deve lembrar-se das histórias humanas que ele retrata. Também o documentário "Pare, Escute, Olhe" está centrado nas pessoas. Alguns, como eu, poderiam estar à espera de imagens arrebatadoras das encostas rochosas, dos rápidos do rio, das tonalidade inebriantes da paisagem, mas no centro do documentário estão as pessoas. Pessoas simples, humildes, com fraca instrução e de poucos recursos, mas cidadãos nacionais, pessoas com direitos que necessitam da linha, como sempre necessitaram. A espontaneidade dos diálogos provoca sorrisos e as palavras apimentadas encantaram todos os que assistiram ao filme. Não se trata de actores, não tiveram guião, são pessoas nas suas rotinas diárias e com o seu vocabulário.

Mas há outros "personagens" no filme. São os das promessas não cumpridas, são os do betão, os da quota máxima, os que hoje dizem sim, amanhã dizem não; são políticos. Entre as promessas esquecidas, o abandono da linha e a ameaça de tudo querer inundar, as pessoas estão cada vez mais sós, mais isoladas, os mais novos continuam a partir, tal como aconteceu nas décadas de 60 e 70.
É necessário parar, escutar e olhar. Será que a barragem é mesmo necessária? Será que as redes rodoviárias vão resolver os problemas do dia-a-dia das pessoas que aparecem no filme, ou haverá alternativas? É mostrado no documentário o caso de uma via turística na Suíça. Também a SIC mostrou recentemente um caso semelhante em Espanha. Vias estreitas, voltadas para o turismo, que são casos de sucesso e de desenvolvimento.

Quando o projector se apagou ficámos a pensar. Falta este verbo no título do documentário: Pare, Escute, olhe e pense.
No final da exibição do documentário houve um espaço de diálogo. Foram várias as pessoas que usaram da palavra: o próprio Jorge Pelicano, Daniel Conde do Movimento Cívico da Linha do Tua, o representante da Coagret, um elemento da Quercus, José Silvano, presidente da Câmara de Mirandela, entre outros. Este último aparece como o incansável lutador pela manutenção da linha em oposição aos autarcas dos vários concelhos servidos pela linha que são defensores da construção da barragem. As palmas foram todos para  Jorge Pelicano e Rosa Silva, para José Silvano e para os intervenientes no documentário, que bem as mereceram. O grande ausente, por questões de saúde, foi Abílio Ovilheiro, figura central no documentário e que habita no edifício do apeadeiro da Ribeirinha.
Após o debate segui-se uma ligeira refeição, oferecida pela Câmara de Mirandela a todos os intervenientes no filme e aos que a eles se quiseram juntar.

Nota: o filme que aparece acima, A última Viagem do Comboio do Tua, foi realizada por Adriano Pereira, no interior da carruagem do Metro, no acidente de 22 de Agosto de 2008.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O Outono na Linha do Tua


No Sábado dei um passeio entre Vilarinho das Azenhas e o Cachão. Os sinais do Outono ainda não são muito evidentes. Choveu muito pouco e o caudal do rio é reduzido. As árvores de folha caduca mantém todas as folhas que ainda não começaram a mudar de cor. Os pilriteiros exibem os seus frutos maduros sendo a nota mais outonal que é possível encontrar. Também algumas plantas bolbosas começam a despontar da terra e a florir, é o caso do jacinto (Scilla autumnalis L.)

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Documentário Pare, Escute, Olhe



Dezembro de 1991: uma decisão encerra metade da linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela. 15 anos depois, essa sentença amputou o rumo do desenvolvimento, acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal. Agora, o comboio é ameaçado por um Portugal esquecido, vítima de promessas políticas oportunistas

Estreia Oficial - Doc Lisboa 2009
  • 18 Out - 23h00, Cinema Londres - 2
  • 19 Out - 18h30, Culturgest
Cine Eco 2009 - Seia
  • 22 Out - 22h
Blogue do Documentário
Sítio oficial (Já é possível ver o Trailer)
Entrevista a Jorge Pelicano no youtube (parte 1) (parte 2)
Trailer no youtube

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Na Linha do Tua, do Tua a S. Lourenço


Habituado como estou a percorrer a Linha do Tua em solitário, com todo o tempo que um dia pode dar e o silêncio das fragas, foi com bastante expectativas que me encaminhei para Foz-Tua no dia 4 de Outubro para participar na caminhada organizada pela Associação de Defesa do Ambiente, Campo Aberto. O meu entusiasmo era ainda maior porque há várias semanas trocava email’s com a Associação que pediu a minha colaboração, como conhecedor do terreno. Sugeri várias alterações ao programa inicial, a maior parte delas foram aceites e estava tudo planeado para um grande dia.

A acompanhar-me, desde Vila Flor, estava o meu primo e amigo Adriano, incansável na defesa da Linha que quase lhe tirou a vida a 22 de Agosto de 2008 e que comigo ilustra este texto com fotografias suas.
Chegámos ao Tua pelas 9:30 da manhã. O movimento era pouco mas a situação foi-se alterando rapidamente. Estava prevista a presença de aproximadamente 100 pessoas, metade das quais se deslocariam por meios próprios para o Tua. A lista onde Bruno Meireles ia fazendo uma cruzinha de presença foi ficando completa e pouco depois chegou o autocarro que partiu do Porto com mais meia centena de participantes.

Depois de feitas algumas recomendações, dirigímo-nos para o quilómetro 0 para uma fotografia simbólica do início da caminhada.
Foi com entusiasmo que aquele grande grupo se “fez à estrada”. Crianças, jovens, idosos, homens e mulheres, todos com um sorriso na cara e uma grande vontade de descobrir os gigantes ciclópicos feitos de granito no vale do Tua, começaram a caminhar pela linha.

O primeiro obstáculo assustou alguns. O Viaduto das Presas é como que a porta do vale, juntamente com o Túnel das Presas. Quem consegue passar a porta entra pelo vale numa viagem sem grande esforço, o que causou alguma surpresa em certos participantes.

O grande grupo dividiu-se em quatro grupos mais pequenos, para melhor controlo, que entraram vale a dentro decididos. Nos primeiros quilómetros acompanhei um senhor que apenas pretendia ir até Tralhariz. Veio do Porto expressamente para a caminhada, mas, as suas raízes, estavam aí mesmo, entre S. Mamede de Riba Tua e Tralhariz. Conversámos sobre a história de seus pais e, tanto ele como eu, nos sentimos emocionados. O vale profundo não foi suficiente para afastar seu pai, de Tralhariz e trabalhar na estação, de sua mãe que vivia na outra margem, em S. Mamede. Depois de tantos anos passados voltou ao lugar onde os seus antepassados se cruzaram e foi com um ar muito feliz que se despediu de mim no apeadeiro do Castanheiro.

No meu grupo seguia além do meu primo, Bruno Meireles (especialista na flora), Vânia Seixas e a sua irmã (Parambos tinha que estar representado), mas o diálogo com outras pessoas também foi fácil e não faltaram temas para conversa: a malfadada barragem, a linha do Tua, a linha do Sabor, caminhadas incontáveis que cada um já tinha feito. Em pontos estratégicos fazia-se uma pausa e fotografias dos rochedos, do rio quase seco, da vegetação sedenta de água, até mesmo das costas suadas dos que seguiam à nossa frente.

O depósito de água junto ao apeadeiro do Castanheiro estava cheio, bem fresta, proporcionando a quem dele se apercebeu um bom momento para repor a água e recuperar alguma energia.
O sol foi-se mostrando e quando passámos o Túnel da Falcoeira já queimava nas costas. À sombra dos sobreiros abriram-se as mochilas para o já merecido almoço. Estavam percorridos 9,5 km e o relógio marcava a uma da tarde. Esperava que se juntassem todos naquele local, mas o distanciamento entre os vários grupos já era grande. Parti 45 minutos depois.

A Ponte de Paradela já não assustou ninguém. A passagem por Santa Luzia fi-la a passo rápido na intenção de recuperar a cabeça do “pelotão” coisa que não consegui. Muitos dos caminhantes apresentavam maior frescura física do que eu, avançando a bom ritmo.
Depois de chegarmos a S. Lourenço subimos às termas e esperámos pela chegada de todos os participantes. Foi mais de uma hora de espera. Houve tempo suficiente para uma visita, para um banho quentinho, ou para uma bebida fresca, uma vez que o bar, o velho bar de S. Lourenço, estava aberto.

Em três pequenos autocarros subimos ao Pombal. O lanche estava preparado no Hotel Rural Flor do Monte. A ementa era vasta e cheia de sabores regionais. Assim é que deve ser. De entre todos os petiscos, destaco os peixinhos do rio em escabeche, orelheira com grão-de-bico, rojões e também nabiças com feijão-frade. Do vinho nem vou falar. Para nós que conhecemos a região, basta pronunciar o nome Pombal, para percebermos que estamos a falar de boa pinga.

Ainda faltava a última etapa do programa, a visita ao Castelo de Ansiães. O autocarro com as pessoas que se deslocaram do Porto iniciou o regresso directamente do Pombal. Um pequeno autocarro seguiu para o Castelo. Pensei para mim que não teriam coragem de subir ao marco geodésico do castelo. Passava das 19 horas, era quase noite e depois da caminhada e do lanche a vontade de escalar as muralhas já era pouca (da minha parte). Enganei-me. Não só subiram ao ponto mais alto da muralha, como adoraram o velho castelo e as suas duas capelas, ficando até com pena de não terem mais tempo para explorarem e conhecerem melhor.

Pelas 19:30 partimos em direcção a Foz-Tua. Tínhamos deixado os automóveis junto da estação. Já não houve muito tempo para despedidas, partindo cada um em sua direcção não sem antes fazer um aceno amigável com a mão acompanhado de um “adeus, até à próxima”.
Foi um dia fantástico, dizia-me o meu primo. Quando lhe disse que o rio estava seco, as plantas amarelas e não havia flores, respondeu-me com toda a sabedoria – mas havia pessoas.

E é com as pessoas que termino. Foi bom encontrar tanta gente que gosta de passar um domingo a caminhar longe de todas as mordomias do mundo moderno. Foi bom encontrar alguns amigos, alguns já conhecidos outros ainda só do mundo virtual, mas que agora têm rosto.
À associação Campo Aberto o meu agradecimento, deram um bom exemplo a autarcas, agentes da sociedade civil e movimentos: se houver organização as pessoas vêm, e muitas.

Fotografias na Associação Campo Aberto

sábado, 3 de outubro de 2009

Caminha na Linha do Tua


Está tudo a postos para a caminhada pela Linha do Tua organizada pela associação Campo Aberto. É esperada cerca de uma centena de pessoas vindas dos mais diversos locais. Metade deslocar-se-á desde o Porto, em autocarro.
A concentração far-se-á junto à estação de Foz-Tua, por volta das 09h:30m da manhã.
O elevado número de participantes exige alguma disciplina e bastante logística para prevenir várias eventualidades. Haverá possibilidade daqueles que se sentirem mais cansados (sempre são mais de 16 km), poderem abandonar a caminhada em pontos intermédios do percurso (apeadeiros de Tralhariz e Castanheiro), sendo transportados para o Pombal em veículos todo-o-terreno. Também vai haver apoio dos bombeiros.
Se tudo correr bem o almoço será entre o 9.º e o 10.º quilómetro à sombra de frondosos sobreiros e com uma vista espectacular constituída pela linha, o rio e as formações rochosas das margem.


Apesar de não ser possível prever o estado do tempo de amanhã, hoje esteve um dia de sol, vendo-se ao longe alguma neblina. O vento esteve fresco.
A noite está fria, com algum vento e o céu está estrelado.

sábado, 12 de setembro de 2009

Há cem anos

Não, não é uma fotografia de há 100 anos atrás, é uma fotografia actual (envelhecida). Mas acredito que há 100 anos atrás este local não estaria muito diferente do que o que a fotografia mostra, uma vez que a Linha do Rua já tem 100 anos.
O local da fotografia é próximo de Mirandela, mais concretamente junto à Quinta de Choupim

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Amanhecer na linha

Numa das minhas caminhadas pela linha do Tua, cheguei muito cedo. O chão estava orvalhado e transpirava com os primeiros raios de sol que se reflectiam no branco das flores das giestas. A meus olhos surgiu uma atmosférica mágica, que tentei captar nesta fotografia. Não sei se consegui, mas é difícil ficar-lhe indiferente.
Perto do Cachão.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Rochedo

Este rochedo nas proximidades do 15.º quilómetro é uma das curiosidades da Linha do Tua. Este local é facilmente acessível pelas termas de S. Lourenço. Perto está um pequeno de depósito de água onde eu ia beber nas tardes escaldantes no rio, há bastantes anos atrás. O depósito ainda tem água, mas não deve ser limpo há muito tempo.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Lado a lado

Lado a lado a linha e o rio penetram pelas fragas abrindo um corredor de vida. São inseparáveis.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Incêndio na Estação de Foz-Tua


Incêndio na estação dos caminhos de ferro de Foz-Tua. O fogo consumiu um armazém e duas carruagens da via estreita, que se encontram ao abandono desde longa data.
Infelizmente, o desleixo é propício a situações como esta.

Fonte: MCLT

sábado, 1 de agosto de 2009

Fim de Linha - Reportagem Especial SIC

Reportagem transmitida no dia 30 de Julho na SIC, onde se confronta o que tem sido feito em Espanha e o que tem sido feito em Portugal com as linhas de comboio de via estreita.

segunda-feira, 27 de julho de 2009